A ARTE DE ATACAR OPORTUNIDADES – A 10.digital na BRIEFING

É, a partir deste ano, uma categoria nos Prémios à Eficácia da Comunicação e se merece ser premiada é porque anda a dar nas vistas. Mas afinal, o que é isso de comunicação tática? Quem o faz, como o faz, porque o faz? Não é uma nova forma de comunicar, não é algo absolutamente novo, mas é uma estratégia que tem ganho mais espaço – ou visibilidade – nos últimos anos, sobretudo com a chegada de cada vez mais marcas às redes sociais, ao mundo digital, onde tudo se comunica com maior facilidade e rapidez e onde quase tudo é permitido (pelo menos aos mais irreverentes!).

 

Estar atento e reagir. No momento exato, com o tom certo, nas plataformas adequadas. É isso que caracteriza a comunicação tática, que não é mais do que o aproveitamento de uma determinada circunstância ou oportunidade alheia à marca, mas que serve os seus propósitos ou complementa a sua estratégia de comunicação.

Se tudo correr bem, se a ação for bem aceite, mesmo que não ganhem mais clientes, as  marcas ganham, pelo menos, buzz. E todas gostam de estar nas bocas do mundo [por bons motivos], ou de serem lembradas por terem chamado à atenção a certa altura! Mas há riscos: se não agirem no timing exato, a associação ao “acontecimento” não será direta e a ação pode não ser entendida, acabando por revelar-se um grande fiasco. O mesmo acontece se a associação não for direta e a linguagem adequada. Por outro lado, aproveitar a oportunidade pode ser visto pelo público como um ato oportunista, sobretudo quando envolve outras marcas, concorrentes ou não, e a ação acaba por ter o efeito contrário ao desejado. É, por isso, necessário algum tato na hora de pensar e arriscar nestas estratégias.

A Licor Beirão não tem medo de arriscar, mesmo quando a sua ação toca outras marcas ou grandes personalidades. Assume uma “postura à Carranca Redondo: ousado, provocador, fora da caixa e desafiador de mentalidades”, diz Daniel Redondo, diretor-geral, referindo-se ao avô e fundador da marca, José Carranca Redondo. “A chamada comunicação tática – e a que nós preferimos chamar de ‘aproveitar oportunidades’ – é uma mecânica comunicativa presente no ADN do Licor Beirão desde sempre”, salienta, acrescentando que essa comunicação não começou como uma estratégia delineada, mas sim como reflexo da personalidade do seu fundador.

Exemplo desse arrojo foi o aproveitamento de uma publicidade numa carrinha da Super Bock na zona das Beiras, que dizia que “Ser Beirão é Super”. A Licor Beirão colocou uma imagem da carrinha no seu Facebook agradecendo o elogio e como resultado teve mais de 26 mil reações, 400 comentários e cerca de 1.400 partilhas, tendo alcançado 800 mil pessoas. Mas não só: ganhou buzz e novos seguidores, que se identificam com o seu estilo descontraído, e, sobretudo, reforçou a tradição e os valores associados à marca  irreverência e boa disposição –, aspeto que Pedro Girão, CEO & Digital Marketing Strategist da 10.digital, considera de importância suprema: “Vamos só conseguir que falem de nós ou vamos acrescentar valor à marca? Se só for para falarem de nós, normalmente nem chegamos a propor nada ao cliente”, afirma o diretor da agência que trata da estratégia digital da Licor Beirão, para quem a comunicação tática só faz sentido se permitir reforçar o posicionalmente da marca.

Pedro Girão conta que tudo surgiu por coincidência: num mesmo dia, dois colegas viram a carrinha e partilharam a imagem com o resto da equipa, por brincadeira, mas todos acharam piada e perceberam que era “a oportunidade perfeita para meter o Licor Beirão a falar com outra marca”: “Há muito que tínhamos o objetivo de fazer a primeira interação com impacto entre grandes marcas online em Portugal”, refere, adiantando que a equipa tinha esperança que a Super Bock percebesse que todos iriam ganhar com a campanha. “Felizmente, respondeu e gerou-se uma interação engraçada que os fãs adoraram”, nota Pedro Girão, satisfeito por a Super Bock ter “entrado no jogo” e, em resposta, ter convidado publicamente o Beirão a estar presente na sua festa de 90 anos. O responsável da agência digital acredita que “brincar” com outras marcas é possível, desde que haja respeito e que as empresas encarem isso “não como uma guerra, mas como uma relação social”, e que o resultado pode ser benéfico para ambas as partes. É essa também a opinião de Daniel Redondo, que não tem dúvidas de que esta foi “uma situação win-win”.

Como esta, outras ações táticas têm marcado a comunicação da marca: pediu desculpa a Harry Kane garantindo que nada tinha a ver com um pontapé de Bruno Alves ao jogador inglês, num Portugal-Inglaterra, apesar de, no momento da agressão, estar a passar publicidade do licor; enviou uma garrafa de Beirão ao Papa Francisco para que ele repusesse o stock, depois de uma visita de Donald Trump; e também aproveitou a popularidade de Paulo Futre, do busto de Ronaldo e de figuras como Angela Merkel e Sarkozy para “dar o ar de sua graça”; estas últimas iniciativas também presentes em mupis, mostrando como este tipo de comunicação pode viver para lá do digital, como complemento, quer das ações, quer das plataformas.

E tal como o Licor Beirão, são já inúmeras as marcas que escolhem ir por este caminho. “As marcas gostam do tipo de comunicação e, muitas vezes, quando reúnem connosco pedem-nos para fazermos com as suas marcas o que fazemos com o Licor Beirão”, comenta o CEO da 10.digital, que deixa um aviso: para que funcione, é essencial que a marca tenha uma estratégia bem definida e bases sólidas. Todavia, o especialista defende que este tipo de comunicação pode servir qualquer marca/empresa.

“Muitas pessoas dizem que este tipo de comunicação só faz sentido para produtos de grande consumo, mas eu discordo. Há áreas que são nichos muito específicos, mas até eles podem ser ativados com comunicação tática”, refere, reforçando que “mais do que a área em que se atua, é importante a estratégia”. E dá o exemplo da sua agência, a 10.digital, que é uma marca B2B e que aproveitou as eleições para também ela se lançar em campanha na zona de Coimbra, onde ficou amplamente conhecida e conseguiu novos clientes: “Ao fim de dois dias, o investimento estava pago (e com retorno)”, garante Pedro Girão.

Estratégia semelhante usou a RE/MAX, recentemente, quando Madonna se queixou no seu Instagram que não estava a conseguir arranjar casa em Portugal. A mediadora imobiliária reagiu no Facebook, dizendo que era mais fácil falar com a RE/MAX e convidando a cantora norte-americana para uma conversa. A publicação já leva cerca de 500 reações, foi partilhada 590 vezes e teve, pelo menos, 26 comentários. O ‘post’ foi desenvolvido pela FCB Lisboa, com direção de arte de Eduardo Tavares e direção criativa de Edson Athayde, que avança como tudo se passou: “Houve uma grande coincidência. Estávamos a trabalhar justamente um briefing para a RE/MAX Collection quando surgiu a notícia sobre o comentário da Madonna. Vi na TV, no telejornal das 7h00 da manhã. Às 8h30 já tinha a maquete feita, às 9h00 já o ‘post’ estava publicado pelo cliente”.

“Os anúncios de oportunidade são exatamente isso: um encontro do destino com a comunicação. Podem fazer sentido para qualquer marca, desde que com pertinência e timing”, refere Edson Athayde, CEO e diretor criativo da agência, alertando que “é preciso que nunca se confunda algo oportuno com algo oportunista”.

Graças a uma “intensa partilha” pela rede de colaboradores da RE/MAX, “o ‘post’ viralizou” de forma incrível e rápida, trazendo “visibilidade positiva e a um custo muito baixo”. E, no final das contas, é isso que todos querem: “Todas as marcas gostam de estar no ‘top of mind’ do consumidor. Gostam de participar na conversa da sociedade. Buzz positivo é sempre bem-vindo. Ainda mais quando, com poucos recursos, consegue a atenção das pessoas”.

Recentemente, Edson Athayde foi também o responsável por uma ação tática para o Correio da Manhã (CM), que teve por base um comentário de José Sócrates. Em entrevista à RTP, o antigo primeiro-ministro foi questionado sobre os seus rendimentos e, indignado, perguntou ao jornalista se aquilo era “uma pergunta do Correio da Manhã”. Sem demoras, a FCB Lisboa sugeriu à Cofina uma ação onde mostrava como são, afinal, as perguntas típicas do Correio da Manhã. Contou com direção de arte de Diego Tórgo e copy de Victor Afonso. 

O anúncio saiu nos jornais da Cofina e serviu para lembrar o posicionamento do jornal, que “tem no seu ADN a frontalidade, o perseguir a verdade doa a quem doer”. “É um orgulho para a marca e para todas as equipas que trabalham no Correio da Manhã termos esta identidade de coragem e desassombro perante os poderes instalados, pelo que haver uma pergunta ‘à Correio da Manha’ só reforça que fazemos bem o nosso trabalho e isto tem que ser comunicado”, nota a diretora-geral de Marketing da Cofina Media, Isabel Rodrigues, justificando a ação. De acordo com a responsável de Marketing, a Cofina “usa a comunicação tática e o marketing de guerrilha há anos”, fazendo já parte do seu ADN. Isabel Rodrigues recorda casos como “o anúncio do microfone lançado ao lago por Ronaldo, a capa falsa da Censura, o anúncio do Record com os suecos” e defende que este tipo de comunicação é sempre válido desde que feito “com inteligência e verdade, o mais possível”. O que não é válido é “a deturpação e manipulação de dados, por exemplo de mercado, para comunicar”. 

Para a marketeer, “este tipo de comunicação trabalha essencialmente ao nível do posicionamento do produto e da perceção que o consumidor tem da marca. O CM é um produto com uma enorme coragem e capacidade de resiliência, mas também com uma componente de entretenimento e estas mensagens publicitárias estão 100% alinhadas com o produto que entregamos aos nossos leitores e espectadores”. Talvez por isso, a aceitação por parte do público tenha sido “muito boa” e, apesar da ação da “pergunta à CM” ter sido nos meios físicos, teve também reflexo online: “O post sobre a ação na página de Facebook da agência recebeu mais de mil likes”, nota Edson Athayde, que salienta as facilidades que traz o digital, permitindo agilidade e uma grande intrusão com os temas em foco na sociedade.

Também Joao Stilwell Zilhão, tournament director/partner do ATP Millennium Estoril Open, está convicto de que, “embora tendo grande repercussão nos media tradicionais, [a comunicação tática] ganha um poder muito maior com a amplificação através das redes socias e em especial no Facebook e Twitter”. Foi assim com a campanha #AndyComeToEstoril, que tentou convencer o na altura n.º1 do ténis mundial – Andy Murray – a vir jogar no Millennium Estoril Open.

A ideia foi apresentada por Filipa Caldeira, CEO da Fullsix, mas aceite com algum receio: “Na altura, fiquei muito receoso já que estava em plenas negociações (secretas) com o agente do Andy Murray e não queria que isto prejudicasse o desenrolar das mesmas. Inclusive tive de lhe explicar que esta campanha tinha sido uma criação da nossa brilhante agência e que não tivemos como dizer que não”, confessa João Stilwell Zilhão, que admite ter sido um passo arriscado, já que o tenista e o seu agente poderiam pensar que a campanha tinha sido pedida “para tornar as negociações mais ‘fáceis’”. 

Mas não se arrepende de ter arriscado. A campanha “trouxe um awareness e um destaque na imprensa nacional e internacional que excedeu todas as expectativas”, a aceitação foi “absolutamente extraordinária não só por parte do público mas também por parte dos media, do mundo do ténis, de outros diretores do ATP…e do próprio Andy Murray e do seu agente, que gostaram muito”, afirma o responsável, que identifica repercussões também na bilheteira: “A genialidade do vídeo acabou por trazer muito mais do que apenas buzz. A comunicação espontânea gerada por este conteúdo em todos os meios gerou um interesse adicional dos adeptos de ténis em Portugal, que se converteu em negócio (bilhetes)”. E para esse sucesso, as redes sociais foram imprescindíveis, “tiveram um papel essencial de divulgação orgânica do conteúdo (vídeo), que rapidamente passou do Facebook para a televisão e outros meios tradicionais”, diz. O responsável conta que, quando escolheram trabalhar com a Fullsix, já sabiam que iriam sempre ter “campanhas audazes, out of the box e com uma criatividade extrema, sempre a visar a eficácia da comunicação e o sucesso do evento”, pelo que é normal que se voltem a ver algumas “manobras arriscadas” por parte do Estoril Open.

Quem também marca pontos neste campeonato é o Sporting Clube de Portugal (SCP). E o departamento de Marketing do clube acredita que só assim faz sentido. Por lá, considera-se que “pelo facto de, hoje em dia, o acesso à informação ser muito mais rápido, o cliente/consumidor exige conteúdos diários e atuais das marcas com as quais têm uma ligação forte” e que “para as marcas se adaptarem a esta realidade é necessário ter capacidade criativa e de reação para conseguir comunicar de forma tática”. Além disso, “o facto de o SCP ser uma ‘emotional brand’ faz também com que o consumidor/adepto procure, constantemente, conteúdos que tenham buzz no momento, tendo toda a estratégia digital do SCP que se adaptar a esta realidade”. O departamento de Marketing do clube reconhece que, sobretudo no desporto, em que tem de se lidar com o fervor de adeptos, há riscos associados, mas garante que vale a pena o risco, dado o grande retorno: “Comunicar no momento tem sempre riscos, não só por termos pouco tempo para agir e reagir, como pelo facto de certos temas/situações serem sensíveis, que poderão ser interpretados de diferentes formas pelos adeptos. Mas sabemos que este tipo de comunicação, por ser a mais falada, cria maior reach para a marca. E quanto maior o risco maior o retorno, neste caso, maior o engagement”. “O buzz é um dos objetivos deste tipo de estratégia. Traz notoriedade e posiciona a marca na mente dos adeptos. Mas reagir aos constantes ‘temas’ do momento tem que ser muito bem ponderado, mesmo que exista um curto espaço de tempo para o fazer. Tanto pode criar sentimentos positivos na mente dos adeptos, como pode facilmente destruir toda uma imagem já criada pela marca. Do nosso lado, queremos ter a certeza que o buzz criado seja positivo e inteligente”, salienta fonte do departamento, que vê na comunicação tática uma forma das marcas se distinguirem, se manterem ativas e atuais. “Brincar” com os adversários pode não ser bem aceite, sobretudo no mundo do desporto – e principalmente no do futebol –, “já que a rivalidade é muito grande”, mas pode funcionar, dependendo “do contexto, da situação e do que se pretende comunicar”. Apesar de já o ter feito diversas vezes, o Sporting aposta mais em “brincar” consigo próprio. Foi assim em setembro: durante o jogo com o Tondela, apesar de estar a ganhar por 2-0, o treinador Jorge Jesus exaltou-se com o jogador Fábio Coentrão, provavelmente por este não estar a seguir à risca as suas indicações. O episódio, que já estava a gerar algum burburinho sobre um possível desentendimento entre ambos, foi aproveitado pelo SCP para promover a sua Gamebox. O clube fez um vídeo onde explica “o que disse o mister ao Fábio”: que os jogos da Taça CTT também estão incluídos na Gamebox.

O departamento responsável pela ação partilha como tudo decorreu: “Num meio tão emocional como é o desporto, muitos são os momentos que se podem alavancar, mas nem todos os timings são os melhores para isso, até porque este tipo de estratégia vive muito da disponibilidade e da criatividade do momento. Este vídeo do Fábio Coentrão e do Jorge Jesus veio nesse sentido, bom good will e bom momento para comunicar aliado à necessidade de fazer push à campanha da Gamebox”. O vídeo foi visto por mais de 139 mil pessoas, teve quatro mil reações e superou os 200 comentários. Foi “muito bem recebido pelos adeptos” e, além de um imenso buzz, acabou mesmo por gerar um novo conteúdo, uma nova rubrica que o clube está a desenvolver nas suas redes sociais – “As dicas do Mister”. Fábio Coentrão já protagonizou outras ações táticas do SCP. Sempre pronta para responder aos desafios do momento, a equipa de Marketing do clube aproveitou também a chegada do jogador a Alvalade para alavancar e promover a sua campanha “Feito de Sporting”, que marca a temporada 2017/2018. Depois de ter dito que, se voltasse a Portugal, só jogaria no SL Benfica, Coentrão assinou pelo Sporting e, num vídeo, anunciou que sempre foi “Feito de Sporting”. O vídeo teve mais de 290 mil visualizações, recolheu mais de 11 mil reações e quase dois mil comentários. Foi – dizem – uma das ações do SCP que mais se destacou e que mais buzz gerou.

 

A arte de atacar oportunidades, BRIEFING, ANO VII nº99.

Candidaturas Abertas – “Vale Indústria 4.0”

Já estão abertas as candidaturas aos Vales Indústria 4.0 e a 10.digital é umas das entidades acreditadas para prestar serviços neste âmbito.

Se representa uma PME e pretende promover a digitalização da sua empresa é este o momento certo para o fazer.

Desde dia 9 de agosto e até 29 de setembro próximo, as PME interessadas poderão submeter a sua candidatura ao primeiro concurso do programa “Vale Indústria 4.0”.

Vão ser distribuídos 4,2 milhões de euros em vales (com valor máximo de 7.500€), para projetos com foco na digitalização.

O apoio neste âmbito é de 75% (Incentivo Não Reembolsável -INR) com limite de €7.500. Todas as PME de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica são abrangidas por esta medida desde cumpram os seguintes critérios.

Critérios de elegibilidade dos beneficiários

  • Não ter projetos aprovados na mesma prioridade de investimento;
  • No caso do Vale Inovação/Indústria 4.0, não ter projetos aprovados na prioridade de investimento Qualificação PME;
  • Ter, pelo menos, 3 postos de trabalho.

Objetivos
Os Vales Indústria 4.0 têm como principais objetivos:
– Promover o investimento de micro empresas e PME em projetos no âmbito do desenvolvimento de comércio eletrónico e marketing digital;
– Qualificação de PME: para criar condições de implementação de medidas de adesão à indústria 4.0, designadamente no âmbito da gestão e do marketing digital e do comércio eletrónico;
– Inovação produtiva: para implementação de soluções produtivas inovadoras utilizando processos digitais de controle digital;
– Promoção e criação de incentivos para o desenvolvimento de tecnologias e modelos i4.0 de aplicabilidade transversal e duradoura, com impacto crítico na competitividade do tecido empresarial português.
Despesas Elegíveis
São suscetíveis de apoio os serviços de consultoria com vista à identificação de uma estratégia conducente à adoção de tecnologias e processos associados à indústria 4.0, no seguinte âmbito:

Implementação de processos associados ao comércio eletrónico, nomeadamente:

  • Desenho e implementação de estratégias aplicadas a canais digitais para a gestão de mercados, canais, produtos ou segmentos de cliente;
  • User-Centered Design (UX): desenho, implementação e otimização de estratégias digitais centradas na experiência do cliente que maximizem a respetiva atração, interação e conversão;
    Inscrição e otimização da presença em marketplaces eletrónicos;
  • Social Media Marketing: Desenho, implementação e otimização da presença e interação com clientes via redes sociais;
  • Content Marketing: criação e distribuição de conteúdos digitais (texto curto, texto longo, imagens, animações ou vídeos) dirigidos a captar a atenção e atrair os clientes-alvo para as ofertas comercializadas pela empresa;
  • Display Advertising: colocação de anúncios à oferta da empresa em sítios de terceiros, incluindo páginas de resultados de motor de busca;
  • Mobile Marketing: tradução das estratégias inscritas nos pontos anteriores para visualização e interação de clientes em dispositivos móveis, nomeadamente smartphones e tablets;
  • Web Analytics: recolha, tratamento, análise e visualização de grandes volumes de dados gerados a partir da navegação e interação de clientes em ambiente digital por forma a identificar padrões, correlações e conhecimento relevante que robusteçam os processos de gestão e tomadas de decisão.

Quer saber como pode candidatar a sua empresa? Estamos cá para ajudar! Peça agora mais informações.

10.digital – Estágio de Verão // Candidaturas Encerradas

Achas que as férias estão sobrevalorizadas? Nós não… Por isso queremos garantir que, se decides fazer um Estágio de Verão, o terminas com a sensação de que foi uma experiência brutal!

Na 10.digital, para além de respeitarmos as tuas férias, somos apaixonados pelo que fazemos. E acreditamos muito na aprendizagem com pessoas de outras áreas e através da tentativa-erro. Por isso, o que pensámos?

Criar um estágio de verão criando uma equipa de estagiários com:

  • Uma pessoa que goste de ler e de escrever (e que tenha talento, claro!);
  • Uma pessoa com competências mais analíticas, que goste de analisar números para tomar decisões;
  • Uma pessoa com um background mais tecnológico, que consiga desenvolver sites e passar as ideias à prática;
  • Uma pessoa com paixão e conhecimentos de Design;
  • Uma pessoa que domine a criação e edição de conteúdos multimédia.

Durante 6 semanas colocaremos desafios a estas 5 pessoas que lhes permitam aprender sobre as várias áreas do digital. Será um trabalho criativo, com apresentações e feedbacks regulares e em que poderão conviver com a equipa que, entre outros, é responsável pelo marketing digital do Licor Beirão, da Roca Portugal, da Bushmills ou da Expofacic.

O plano é o seguinte:

  1. Começarás por aprender mais sobre a 10.digital, a sua equipa e as pessoas com quem irás trabalhar durante este mês e meio;
  2. Irás fazer todo um trabalho de análise de um dos nossos clientes, do seu mercado e sugerindo melhorias e planos de ação para implementação das mesmas;
  3. Poderás criar conteúdos e campanhas para alguns dos nossos clientes, já pré-selecionados, que poderão ser por eles utilizados no futuro – será teu o próximo grande sucesso do Licor Beirão? 🙂
  4. Na semana seguinte, vais aprender como é possível vender tudo online, desde que concebamos a estratégia certa: de serviços de marketing digital a garrafas de bebidas alcoólicas, passando por materiais para casas de banho ou vidros minimalistas. Tudo depende da estratégia certa!
  5. Finalmente, colocarás em prática o que aprendeste participando na concepção da próxima campanha da 10.digital.

No final do estágio podes ter percebido que não gostas da área. Mas terás, certamente, aprendido – e bebido uns copos e ficado a conhecer uma equipa apaixonada pelo digital.

Quem procuramos? Pessoas de qualquer background, que sintam que esta é uma boa aposta para o seu Verão e que venham com vontade de aprender e inovar.

Contamos contigo? 🙂

10.digital obtém acreditação para Prestação de Serviços de Inovação no âmbito do “Vale Indústria 4.0”

As candidaturas aos Vales Indústria 4.0 estão quase a abrir e com eles a sua empresa pode vir a beneficiar de apoios para a definição de uma estratégia tecnológica com vista à melhoria da competitividade. A 10.digital é uma das empresas acreditadas para prestar serviços no âmbito dos vales encontrando-se, desde já, disponível para todos os esclarecimentos necessários.

O apoio neste âmbito é de 75% (Incentivo Não Reembolsável -INR) com limite de €7.500. Todas as PME de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica são abrangidas por esta medida desde cumpram os seguintes critérios.

Critérios de elegibilidade dos beneficiários

  • Não ter projetos aprovados na mesma prioridade de investimento;
  • No caso do Vale Inovação/Indústria 4.0, não ter projetos aprovados na prioridade de investimento Qualificação PME.

Objetivos
Os Vales Indústria 4.0 têm como principais objetivos:
– Promover o investimento de micro empresas e PME em projetos no âmbito do desenvolvimento de comércio eletrónico e marketing digital;
– Qualificação de PME: para criar condições de implementação de medidas de adesão à indústria 4.0, designadamente no âmbito da gestão e do marketing digital e do comércio eletrónico;
– Inovação produtiva: para implementação de soluções produtivas inovadoras utilizando processos digitais de controle digital;
– Promoção e criação de incentivos para o desenvolvimento de tecnologias e modelos i4.0 de aplicabilidade transversal e duradoura, com impacto crítico na competitividade do tecido empresarial português.

 
Despesas Elegíveis
São suscetíveis de apoio os serviços de consultoria com vista à identificação de uma estratégia conducente à adoção de tecnologias e processos associados à indústria 4.0, no seguinte âmbito:

Implementação de processos associados ao comércio eletrónico, nomeadamente:

  • Desenho e implementação de estratégias aplicadas a canais digitais para a gestão de mercados, canais, produtos ou segmentos de cliente;
  • User-Centered Design (UX): desenho, implementação e otimização de estratégias digitais centradas na experiência do cliente que maximizem a respetiva atração, interação e conversão;
    Inscrição e otimização da presença em marketplaces eletrónicos;
  • Social Media Marketing: Desenho, implementação e otimização da presença e interação com clientes via redes sociais;
  • Content Marketing: criação e distribuição de conteúdos digitais (texto curto, texto longo, imagens, animações ou vídeos) dirigidos a captar a atenção e atrair os clientes-alvo para as ofertas comercializadas pela empresa;
  • Display Advertising: colocação de anúncios à oferta da empresa em sítios de terceiros, incluindo páginas de resultados de motor de busca;
  • Mobile Marketing: tradução das estratégias inscritas nos pontos anteriores para visualização e interação de clientes em dispositivos móveis, nomeadamente smartphones e tablets;
  • Web Analytics: recolha, tratamento, análise e visualização de grandes volumes de dados gerados a partir da navegação e interação de clientes em ambiente digital por forma a identificar padrões, correlações e conhecimento relevante que robusteçam os processos de gestão e tomadas de decisão.

Ainda ficou com dúvidas? Estamos cá para ajudar! Peça agora mais informações.

Publicidade na rede de Display Google – Exemplos de Publicidade Online

Há dias falámos um pouco sobre os anúncios do Google mais conhecidos: os da rede de pesquisa Google. Mas será que também conhece os outros tipos de publicidade online que a Google nos oferece?

Este post serve para lhe apresentar um desses tipos de publicidade: a publicidade na rede de Display da Google!

Comecemos pelo princípio: o que é a rede de Display do Google?

É uma coleção de mais de um milhão de websites, aplicações, vídeos, blogs e outros locais online, onde pode apresentar os seus anúncios. Esta rede permite-lhe apresentar anúncios a cerca de 80% da população mundial! Interessante, não?

Passando à dúvida seguinte: que tipo de anúncios podem ser mostrados na rede de Display?

Como o próprio nome indica, a publicidade Display é publicidade gráfica: essencialmente imagens, estáticas ou dinâmicas e vídeo.

Recapitulando: a rede de Pesquisa apresenta o nosso anúncio de texto quando alguém pesquisa por um termo relacionado com o nosso negócio; a rede de Display apresenta os nossos anúncios de imagem em sites por todo o mundo. E é neste momento que pergunta, e com razão, “mas o que é que eu ganho em apresentar anúncios de imagem em sites pelo mundo fora?”

É que esquecemo-nos de lhe explicar que pode escolher onde, quando e a quem mostrar estes anúncios!

Por exemplo: uma marca que venda artigos desportivos pode ter interesse em apresentar os seus anúncios no site d’A Bola; o Google permite-o sem que nunca tenha de negociar diretamente com A Bola. Ou pode, simplesmente, decidir que quer mostrar o seu anúncio a todas as pessoas, em Portugal, que tenham entre 15 e 30 anos e que tenham interesse em futebol. Interessante, não?

Pode fazer muito mais coisas do que estas: desde apresentar o seu anúncio a pessoas que tenham visitado sites dos seus concorrentes ou de produtos similares, a apresentá-los aos consumidores que visitaram o seu site e que tenham feito algo que indiquem poder vir a ser clientes… Como?

Isso é o que poderá descobrir se trabalhar connosco! Já lhe dissemos que somos uma agência certificada pela Google, certo? Não é por acaso!

Contacte-nos e descubra que outros tipos de publicidade e de segmentação podemos fazer para que os seus anúncios gerem novo negócio para a sua empresa!

 

Case Study sobre como lançar uma marca B2B

Lançar um novo produto ou uma nova marca no mercado nunca é uma tarefa fácil. Mas foi a isso que nos propusemos no final de 2016!

Apesar de já trabalharmos em Marketing Digital há 3 anos, foi em outubro de 2016 que lançámos a marca 10.digital. Para isso, o que poderia ser melhor do que entrarmos no mercado mostrando-lhe precisamente aquilo que fazemos?

Primeiro passo: definir com quem queríamos comunicar, com que mensagem, onde e quando. Para cada público-alvo, definimos uma estratégia de abordagem. O importante era entregar a mensagem certa à pessoa certa!

Segundo passo: definir os objetivos. Fixámos dois:

  • 20 pedidos de proposta de potenciais clientes – numa marca não existente até então, e com o orçamento disponível, a campanha seria um sucesso.
  • Uma tarefa inicial nesta fase de lançamento passava por alcançar, com as nossas publicações, 200 000 pessoas nas Redes Sociais e gerar 500 000 impressões expondo o nosso público-alvo à marca 10.digital e garantindo que ela era reconhecida.
  • Gerar um total de 1 000 000 de impressões em todas as redes.

Terceiro passo: definir o conceito, escolher os canais, criar os conteúdos de comunicação e configurar a publicidade online.

O resultado? Uma estratégia de conteúdos, que colocava o nosso blog no centro da campanha abordando temas úteis para o nosso público – abordámos, de resto, a importância dos conteúdos neste post que fazia parte da campanha.

No blog, demos ainda 6 motivos para a sua empresa estar online, explicámos por que o marketing digital faz sentido para empresas B2B (mesmo que vendam parafusos), mostrámos como internacionalizar uma empresa sem sair de Portugal e como é que o Marketing Digital pode ajudar a recrutar a pessoa certa.

Fomos mais longe e explicámos que o custo com marketing digital pode (e deve) ser encarado como um investimento, que conseguimos fazer a sua empresa aparecer em destaque nas pesquisas do Google e que é possível comunicar apenas com as pessoas interessadas naquilo que comercializo.

Com os conteúdos criados, precisávamos da melhor estratégia para os fazer chegar a quem neles teria interesse. E para isso, utilizámos quatro tácticas diferentes:

  • Através de uma série de Newsletters contactámos diretamente com as empresas, com uma comunicação mais institucional. Era uma estratégia pura de B2B. Essas newsletters remetiam para as nossas redes sociais e para os artigos que publicávamos no nosso blog.
  • Publicidade na rede de pesquisa do Google para quem pesquisava por termos que indicavam que poderiam estar a precisar de uma agência de marketing digital. Através da rede Google, mostrávamos ainda (apenas a quem considerávamos estar no nosso público-alvo) anúncios visuais da marca que remetiam para o nosso site.
  • No Facebook, Instagram, LinkedIn e Twitter, utilizámos o humor. As publicações deveriam chegar aos colaboradores de empresas de forma a que eles se identificassem com frases dos seus chefes. Criando essa identificação com a vida real, acreditávamos que tiraríamos interação e um passa-palavra que poderia fazer a nossa mensagem chegar aos decisores – que poderiam contratar os nossos serviços. Toda a campanha decorreu em torno da hashtag #oMeuChefeDiz.

E resultados? Bem, essa foi a melhor parte!

  • Durante estas semanas recebemos 40 novos contactos, o objetivo principal – o dobro do que tínhamos fixado como objetivo!
  • As publicações nas redes sociais tiveram um alcance de 357 888 utilizadores. Superámos o nosso objetivo em 89%.
  • Conseguimos apresentar a nossa marca 784 421 vezes no Google e 694 131 vezes nas nossas redes sociais fazendo um total de cerca de 1 480 000 impressões, superando o objetivo inicial em 48%.
  • Tivemos 23 158 interações nas publicações.
  • Em cada post de ligação para os artigos do Blog tivemos mais de 6 000 cliques.
  • Geramos um tráfego de 3 711 novos utilizadores no nosso site e um número total de visitas de 5 000.

Concluímos que os objetivos da campanha foram alcançados e que a campanha “#omeuchefediz” foi um sucesso!

Podemos fazer o mesmo por si! Procura uma campanha de lançamento de um produto e quer usar o mundo digital para o fazer? Então a 10.digital é o que procura! Fale connosco e saiba como. O que garantimos? Que a nossa entrega ao seu projeto será total!

Publicidade no Google – Exemplos de Publicidade Online (Search)

Acha que a publicidade online é hoje uma realidade incontornável para as empresas portuguesas? Engana-se! Segundo um comunicado de imprensa publicado pelo Eurostat, apenas 15% das empresas nacionais estão a aproveitar os benefícios desta vertente do marketing digital. De todos os estados membros da União Europeia, nós ocupamos a penúltima posição, apenas com as empresas romenas (12%) atrás de nós.

Ora, o presente texto serve como uma pequena e (muito) leve introdução para a temática da publicidade online, mais concretamente sobre os serviços disponibilizados pela Google.

A publicidade no meio digital é muito mais versátil do que a publicidade tradicional e, ao contrário do que acontece nos meios tradicionais, permite-nos medir os resultados das campanhas. Com tanta versatilidade é, por vezes, difícil manter o foco no objetivo da campanha quando ela é elaborada.

Imaginemos um cenário (bem real) em que a 10.digital vende os seus serviços através do seu site. O objetivo da 10.digital é claro: levar as pessoas ao seu site para que elas comprem os seus serviços.

A questão que nos colocamos, sejamos marketers, CEOs ou quaisquer outros executivos da empresa, é: onde devemos divulgar os nossos serviços para conseguir aumentar as minhas vendas? Na televisão? Na rádio? Na internet?

Mesmo que escolhamos apenas um canal, as questões não param por aqui. Se for na internet, por exemplo, podemos fazer anúncios na pesquisa no Google ou em milhões de sites da rede Google, no Facebook ou em milhões de sites parceiros do Facebook, na pesquisa do Bing ou em sites parceiros da Microsoft, no Instagram, no Twitter, etc. etc. etc. Ufff!!!

Há anúncios para todos os gostos, tal como há anúncios que resultam melhor, ou pior, para determinados negócios. Há anúncios que funcionam tradicionalmente melhor para atingir certos objetivos. Há uma imensidão de escolhas a fazer e é para isso que deve contar com profissionais especializados e que trabalhem para atingir os objetivos do seu negócio – tal como se fossem o departamento de marketing digital que não tem.

Mas voltando ao exemplo: na 10.digital, depois de termos o objetivo claramente identificado e o orçamento definido, podemos escolher, por exemplo, apresentar um anúncio na pesquisa do Google ou do Bing.

Exemplo de um anúncio na rede de pesquisa Google.

Como podemos ver na imagem acima, este tipo de anúncio tem a particularidade de ter de ser apresentado quando alguém está a pesquisar por termos relacionados com a nossa marca.

Isto torna-os altamente relevantes: se alguém está a procurar por uma agência de marketing digital no google e alguém lhe colocar aquilo que procurou à frente dos seus olhos… porque não clicar? E se o que vir no site estiver de acordo com o que pretendia, porque não pedir um contacto?

Ou seja: regra geral um utilizador que chega a um site a partir de um anúncio de pesquisa, está muito mais avançado no processo de decisão de compra do que, por exemplo, alguém que lá chegue através de um anúncio de uma imagem.

Será, portanto, um tipo de publicidade ideal para todo o tipo de negócios B2B, para lojas online ou outras empresas de serviços. Já chega de mostrar o seu anúncio a toda a gente. Invista para chegar apenas a quem procura os seus serviços. De que está à espera?

Siga-nos no Facebook para acompanhar os próximos exemplos que temos para lhe dar de formas de publicidade online. E claro: caso sinta que os nossos serviços podem ajudar o seu negócio, contacte-nos!

Dez mandamentos para interagir com fãs nas redes sociais!

O poder e a importância das redes sociais, num mundo cada vez mais digital, não podem continuar a ser ignorados pelas empresas, enquanto ferramenta para divulgar e promover o seu negócio. E, se quer ter a sua marca nas redes sociais, não pode esquecer-se da palavra de ordem por detrás do social media: interação! Não vale a pena estar nas redes sociais se os comentários, opiniões, sugestões, elogios e reclamações dos seus fãs ficam sem resposta. Ninguém gosta de falar para o boneco…

Primeiro ponto: não julgue que conversar com os seus fãs é apenas uma questão de simpatia. É, também, uma forma de conseguir informações preciosas sobre o que eles pensam da sua marca e dos seus produtos (de positivo e de negativo!) e, até, sugestões de melhoria.

Um comentário negativo nas redes sociais pode provocar o caos? Pode. Mas a forma como a equipa responde e resolve as situações adversas também diz muito sobre aquilo que ela realmente é. E, feitas as contas, a marca até pode sair a ganhar! Não esqueça que os seus clientes/fãs (atuais ou potenciais…) estão a ler e a observar o cuidado que a marca coloca no relacionamento com as pessoas.

Há várias regras para comunicar nas redes sociais. Dezenas! Mas não queremos ser exaustivos, por isso, aqui ficam dez mandamentos para interagir com fãs nas redes sociais. Nunca esquecendo que o mandamento-Rei é, e sempre será, o bom-senso e a boa educação!

  • Responder aos comentários.

Responda, responda sempre. Seja simpático, afável, próximo, afetuoso. Dê os parabéns. Peça desculpa. Agradeça! Mostre aos seus clientes que os elogios deles motivam o seu trabalho. Ria. Sorria. Humanize a marca. Não desperdice a possibilidade de se aproximar dos seus clientes.

  • Ser rápido.

Responda o mais depressa possível e dando todas as informações que lhe forem solicitadas. Se não for possível esclarecer as dúvidas todas no momento, responda dizendo que vai procurar saber a resposta, junto da equipa responsável, e voltará ao contacto logo que possível. Nas redes sociais há um sentimento de estar “em direto” que não convém frustrar.

  • Pessoalize.

Evite as respostas prontas e impessoais, que se limitam a copiar e colar modelos-tipo. Escreva o nome próprio da pessoa, diga “olá”, despeça-se. Faça com que cada pessoa sinta que está a ser tratada de forma única, que quer genuinamente ouvi-la e ajudá-la. As redes sociais são, por natureza, próximas: aproveite esse lado!

  • Errou? Seja humilde e reconheça!

Os comentários negativos devem ser tratados com especial cuidado, mas não devem ser ignorados. O primeiro passo é analisar, de forma imparcial, se o cliente tem, de facto, razão. Caso tenha, seja humilde: reconheça o erro e procure uma solução que mostre claramente ao cliente (e a todos os que lerem o comentário) que quer recompensá-lo pela má experiência. Ignorar uma reclamação nunca é boa ideia: passa a ideia de que a marca não se preocupa com a opinião dos clientes. De preferência, peça ao cliente que contacte por e-mail ou mensagem privada: é uma forma de perceber melhor o que se passou, retirando a discussão do domínio público. E garanta sempre que é dado seguimento à reclamação e que o problema fica resolvido. Não há melhor publicidade do que um cliente satisfeito!

  • Não alimente discussões gratuitas.

Não alimente comentários de ódio, gratuitos, que tenham como único objetivo prejudicar a marca. Lidar com comentários negativos é fazer gestão de crise: é preciso ser racional. Numa discussão online, ninguém ganha. O cliente tem sempre razão, mesmo que não a tenha! 🙂

  • Agradeça.

Elogiaram a sua marca, o seu produto ou a sua publicidade? Agradeça! Para além de demonstrar boa educação, o fã vai sentir que o seu comentário chegou ao outro lado e, para a próxima, voltará a elogiar. Simpatia gera simpatia!

  • Respeite o “tom” da empresa.

É muito importante que o responsável pela gestão das redes sociais da empresa conheça, em detalhe, o livro de estilo desta, bem como o perfil do cliente-tipo e a essência da própria marca. É uma marca jovem e irreverente de refrigerantes ou é uma marca de relógios antiga e luxuosa? É aceitável tratar os fãs na primeira pessoa? Informe-se bem sobre as regras internas antes de começar a interagir. E lembre-se: seja qual for o “tom” da marca, a boa educação e a simpatia são regras sempre válidas, em qualquer tipo de comunicação.

  • Responda sempre através da página oficial.

Responder através de perfis pessoais? Nunca! Nem que seja o CEO. Nem que seja o dono e fundador da empresa. Nem que seja o Brand Ambassador – a menos que seja uma campanha específica, em que tudo foi previamente combinado. A marca tem uma voz própria que deve ser única e oficial. É para isso que existem as páginas oficiais e a comunicação dos fãs com a marca, e vice-versa, deve ser feita unicamente através destas.

  • Oiça!

Os comentários dos seus clientes (ou potenciais clientes) são fundamentais. O social listening permite-lhe conhecer melhor os seus públicos e saber a opinião deles sobre a sua marca e os seus produtos. Na era da comunicação, é normal que os consumidores usem as diferentes redes sociais para partilhar experiências que tiveram com as marcas. E este feedback pode ser muito útil, tanto para o desempenho online da marca, como para o desempenho offline.

  • Analise!

Olhe para as interações de forma qualitativa e quantitativa. Tente identificar padrões: se houver muitas reclamações sobre um determinado produto pode haver, de facto, algum problema. Há cada vez mais jovens a consumir um produto que estava pensado para pessoas de meia-idade? Então, talvez haja aqui um novo target, que não tinha previsto inicialmente. Porque não fazer uma campanha a pensar nesta faixa etária? Ouça o pulsar das redes sociais: elas têm coisas importantes para lhe dizer!

Se preferir nós podemos fazer tudo isto por si! 

Consigo comunicar apenas com as pessoas interessadas naquilo que comercializo?

Qual o caminho a seguir? Esperar que alguém responda às minhas publicações, aos concursos que disponibilizo no meu site, aos eventos das redes sociais e assim descobrir qual é minha verdadeira audiência? Continuar a investir sangue, suor e lágrimas, em estratégias de Marketing sem saber qual o público que realmente queremos atingir não parece uma boa solução, pois não?

Se pensarmos na loja online tem de haver vendas, no blog tem de haver leads, a aplicação tem de ter downloads, a publicação tem de ter interações… Por isso, a sua mensagem tem de chegar a quem realmente importa! Definir um padrão de comportamentos para o público alvo é muito importante. Todos os conteúdos devem ser criados a pensar em quem os vai consumir, sendo inevitável adaptar a sua estratégia de comunicação de forma a potenciar em larga escala a sua interação.

Hoje em dia, as grandes plataformas possuem interfaces simples e possibilitam de forma rápida a criação de critérios para a definição de um público-alvo. Contudo, não é por ser possível colocar um visto em homens-donos-de-periquitos-que-recentemente-compraram-um-corta-relvas-e-que-costumam-ver-o-seu-feed-de-Facebook-de-manhã que o devemos fazer. Estudar o comportamento típico do seu público alvo ajuda a simplificar os critérios e a alcançar os objetivos a que a sua comunicação se propõe.

Deste modo, o que é recomendável será ter critérios de segmentação associados à forma como o seu target interage com a SUA marca e não como interage com as plataformas em que está inserido. Ou seja, o utilizador pode interagir ao pequeno almoço com o Twitter, mas a sua marca é de bebidas alcoólicas, será que interessa comunicar nesse horário?

Uma das grandes vantagens do Marketing Digital é que tudo pode ser medido e alterado de forma quase instantânea. Podemos mudar o nosso orçamento, tipo e duração da campanha, mudar a segmentação ou alterar o design do produto, em qualquer altura da nossa comunicação.  

A era de one-size-fits-all acabou… É importante criar empatia com o nosso público e perceber realmente os seus problemas e desejos. Nem todos os produtos ou serviços são importantes para todos da mesma forma.  Assim, torna-se importante:

  1. Escolher os canais corretos para a sua mensagem (saber onde estão os seus potenciais clientes e que canais multimédia utilizam);
  2. Criar conteúdos que satisfaçam as necessidades da sua audiência e que possibilitem interação (temos de conhecer os seus interesses, necessidades e gostos);
  3. Perceber como o seu público gosta de ser tratado e definir o tempo, frequência e plataforma para executar as  suas comunicações (saber como, quando e onde está o público alvo disponível para interagir com a nossa marca).


É isto que podemos fazer por si! Analisar constantemente estes padrões e otimizar os seus critérios de comunicação para entregar a mensagem certa, à pessoa certa, no lugar certo à hora certa! Contacte-nos!

De que está à espera?

Colocar o conteúdo útil no centro do marketing

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A tecnologia, a internet e as redes sociais obrigaram a repensar várias áreas de saber e o marketing não foi exceção. Num quotidiano saturado de mensagens, imagens, estímulos e call to action, em que o número de horas on-line ultrapassa largamente o número de horas off-line, o marketing tradicional é, cada vez menos, eficaz. É também em resposta à necessidade de repensar esta atividade que o marketing de conteúdo ganha cada vez mais espaço e importância na estratégia das marcas.

Vamos à definição: o marketing de conteúdo é uma abordagem estratégica focada na criação e distribuição de conteúdo valioso, relevante e consistente, com potencial para atrair e reter públicos claramente definidos e, em última instância, impulsionar o consumo de produtos ou serviços. Esta abordagem não se limita a lançar e divulgar produtos, ela dá aos clientes (e potenciais clientes) conteúdos verdadeiramente úteis, que os ajudam a resolver problemas do dia-a-dia.

Vende arroz e quer que um cliente o compre? Então, será útil partilhar com ele receitas que lhe possibilitem utilizar o seu arroz; motivos médicos para o consumir; “truques” para o preservar durante mais tempo ou mesmo outras utilizações a dar-lhe, fora do âmbito culinário. Se conseguir mostrar, através de conteúdos úteis e relevantes, quais as vantagens e diferentes aplicações para o seu produto, aumenta as hipóteses de o potencial cliente avançar para a compra.

Grandes organizações internacionais como a Microsoft, Cisco Systems ou P&G mostram-se cada vez mais adeptas do marketing de conteúdo e há também cada vez mais pequenas empresas, marcas e lojas, que recorrem a esta abordagem – utilizando notícias, vídeos tutoriais, ebooks, blog posts, guias de como fazer, artigos, perguntas e respostas, imagens, etc. – como forma de divulgar os seus produtos e aproximar-se dos potenciais clientes.

Embora o marketing de conteúdo esteja focado, mais diretamente, na comunicação da marca com os clientes e potenciais clientes, esta abordagem tem objetivos comerciais evidentes: o aumento das vendas, a relação de confiança com o público e a geração de leads são alguns deles. O essencial é produzir conteúdo que chegue aos clientes, se aproxime deles e elimine as suas dúvidas e objeções à compra. Como? Fale connosco. Nós mostramos-lhe como!

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