10.digital entrou no Top de Agências Digitais do DesignRush.com

O site norte-americano www.designrush.com colocou a agência 10.digital no seu Top de Agências Digitais. Este Top é uma seleção de agências digitais com serviço completo, que combinam tecnologia, design, marketing e estratégia de negócios para promover uma marca através de branding, web design e marketing.

Além da 10.digital, a lista inclui as agências norte-americanas Havas, Bowen, Huge, DeVito/Verdi, Code and Theory, Merge Boston, Blue Label Labs, YML, Big Drop Inc, Avex Designs, Digital Operative e a inglesa Bear London.

O Design Rush informa que a 10.digital oferece os serviços de 360º Digital Agency Services, Ad Agency Services, Website Design & Development, Shopify, Digital Marketing, Paid Media & Pay Per Click e Social Media Marketing.

O Design Rush é um site pensado para ajudar profissionais de negócios a descobrir os melhores designs, novas tendências de marketing e estratégias de crescimento online. Ou, como refere o próprio site: um destino digital para inspirar a criatividade e a descoberta das tendências de marketing, design e tecnologia.

A nova estratégia digital e imagem da Expofacic tiveram assinatura 10.digital

 

Certamente já reparou que a comunicação da Expofacic está diferente este ano. A
nova comissão de organização do evento, a 10.digital e a Brandbiz foram as principais
responsáveis pela mudança.
Num trabalho que começou com a reconcepção de toda a identidade gráfica da
Expofacic e com uma nova estratégia de marketing, em torno do slogan “1000
motivos. 1 destino”, as três entidades trabalharam em conjunto numa comunicação
que, até ver, se tem revelado um sucesso.
Com novo site, novos grafismos, novo tom de comunicação, a Expofacic
lançou também um novo passatempo. A proposta era simples: quem participou só
tinha de se registar no site, podendo ganhar um ou mais dos 1756 prémios que havia para
oferecer, incluindo 25 bilhetes gerais e 125 convites diários. A lista incluía ainda 100
power banks e 50 headphones, entre muitos outros brindes. O passatempo terminou no dia 26 de julho,  e esteve disponível no site passatempo.expofacic.pt. Recorde-se que a Expofacic começou a 26 de julho, em Cantanhede, terminando a 5 de agosto.
Apesar de ser uma agência bastante jovem, a 10.digital tem vindo a acumular uma
experiência considerável na área de estratégia e de marketing, sempre partindo da
área digital. Esta é das primeiras oportunidades que a empresa tem de colaborar
numa campanha 360º e os resultados estão à vista.
Pedro Girão, CEO da 10.digital, apresenta alguns números que comprovam o retorno
da totalidade do trabalho da agência feito para a Expofacic. “Ultrapassámos a marca
dos 100.000 seguidores no Facebook este ano, o que torna o evento um caso de
sucesso no setor.” Adianta este responsável que, até ao final de junho, a marca
Expofacic tinha sido apresentada mais de quatro milhões de vezes, através de algum
dos seus conteúdos. Isto sem contabilizar julho, o mês em que o evento arranca
e atinge o seu auge de notoriedade.


Pedro Girão salienta ainda que até 30 de junho foram contabilizadas 52 mil reações
(gostos) a publicações, uma média de mais de 1000 reações (gostos) por publicação,
mais de 7000 comentários e 6000 partilhas de conteúdos Expofacic. A melhor
publicação de sempre, que apresenta o cartaz do evento, alcançou 295 mil
pessoas (até final de junho), tendo tido mais de 2000 partilhas. Por seu turno, o passatempo teve mais de 10.000 pessoas a participar apenas nos quatro primeiros dias.
“O impacto do passatempo foi muito grande e a mais-valia é enorme para
ambos os lados: o sistema criado permite às pessoas ganhar prémios e a empresa
garantiu que, todos os dias até ao início do evento, os participantes se lembraram da
Expofacic”, avalia Pedro Girão.
Apesar de a empresa já existir desde 2012, a marca 10.digital foi criada em outubro de
2016, fruto do trabalho realizado nos quatro anos anteriores, quando ainda não tinha a
atual designação. Tratando-se de uma agência tão jovem, além da Expofacic, conta
no seu portefólio com clientes tão relevantes como Licor Beirão, Bushmills, Honda,
Hyundai, supermercados E.Leclerc, Roca, Fly London, Lugrade ou Instituto Pedro
Nunes. “E haverá boas novidades nos próximos dias sobre alguns acordos com
grandes empresas que estamos a formalizar”, salienta Pedro Girão.

Gostaria de contar com o nosso apoio na realização do seu evento?

Licor Beirão surpreendeu fãs no NOS Alive através das redes sociais

Imagina-se num festival de verão, a fazer uma publicação nas redes sociais e a ser convidado pelo Licor Beirão para uma visita ao seu bar com uma bebida oferecida? É incomum, mas foi isso que aconteceu no NOS Alive’18!

O Licor Beirão esteve em força no evento, com três bares e através das redes sociais, que permitiram uma interação personalizada com os fãs. O “customer care” da marca, a cargo da agência 10.digital, é uma preocupação antiga, mas costuma ser mais reativo. Ou seja, os fãs abordam a marca, nomeadamente pelo Facebook, e a equipa da 10.digital responde às solicitações.

No caso do NOS Alive’18, a marca foi mais proativa, partindo dela o contato com os festivaleiros. Assim que se apercebia da presença das pessoas no festival, o Licor Beirão interagia com elas. Numa ação dinamizada sobretudo no Instagram e Twitter, essa interação permitiu voltar a oferecer entradas no festival que ficaram por levantar, bebidas, ou proporcionar o acesso à zona VIP a uma fã que, em 2017, tinha tentado lá entrar e não conseguiu.

Daniel Redondo, Diretor-Geral do Licor Beirão, vê como “muito positiva” a “excelente coordenação” que este ano foi conseguida entre as equipas online e offline. O responsável destaca a forma como se encontraram interessados nos ingressos das pessoas que, à última hora, desistiram dos convites oferecidos pelo Licor Beirão ou dos bilhetes que a marca atribuiu em passatempo. Através das redes sociais foi possível criar uma lista de “overbooking” para estes ingressos, garantindo que não fossem desperdiçados.  Daniel Redondo apreciou ainda o sucesso que foi a presença da mascote da marca, com muitos festivaleiros a interagirem com a garrafa animada.

Por seu turno, Pedro Girão, CEO da 10.digital, considera que “esta foi uma ação marcante porque permitiu surpreender as pessoas, partindo do digital e terminando no mundo real”. No Licor Beirão “o desafio é continuar a inovar e a transmitir os valores da marca em cada ação que é feita e esta tem todos os elementos que caracterizam a sua História, desde o seu nascimento: humor, irreverência e criatividade, aliada a uma vontade de premiar os seus verdadeiros fãs”.

As ofertas de bebidas foram feitas através de um sistema informático desenvolvido pela 10.digital. Tudo começa com a interação nas redes sociais. Segue-se a receção de uma mensagem no telemóvel do contemplado que dá acesso à bebida, comunicada informaticamente ao bar.

O CEO da 10.digital sublinha ainda o caráter eclético do Licor Beirão. A interação chegou a algumas figuras públicas, mas passou, sobretudo, pelo cidadão comum. Como sintetiza Pedro Girão, o “Licor Beirão é diferente: procura pessoas reais e não apenas celebridades”.

Para a história destes três dias intensos ficou a interação com centenas de pessoas comuns. Da Inês, que o ano passado pediu ao Licor Beirão para ir à zona VIP,  sem sucesso, e que este ano pôde visitá-la com o namorado. Ao José, que julgou ter sido convidado a beber um Beirão por ter sido confundido com um influencer, devido ao facto de ter um porco de peluche a acompanhá-lo, e a quem foi explicado que não era verdade: foi-lhe oferecido porque a marca gosta “de pessoas de carne e osso”.

Acabando na PSP, num post em que o Licor Beirão, em jeito de brincadeira, ofereceu bebidas, mas apenas a operacionais que não estivessem a conduzir e fora dos respectivos turnos de trabalho. A PSP confirmou que, se assim fosse, faria cara de Beirão… de outra forma, só teriam direito a cara de shot!

Acha que este trabalho poderá ser útil para a sua empresa? Então contate-nos! 😉

Os festivais de música já não vivem sem o marketing digital

Com o verão regressa a época dos festivais de música a Portugal. Um fenómeno com crescimento célere e, por certo, muitos de nós perguntamo-nos como é possível que todos eles – ou pelo menos os mais relevantes -, atraiam tantos festivaleiros.

Sabemos que, no continente ou nas ilhas, um festival de música é sinónimo de enchente de público. A moda dos festivais (há quem lhe chame boom) veio para ficar e ficou mesmo e a concorrência entre eventos (imagina-se que saudável) tem feito aumentar o seu reconhecimento nacional e internacional.

Como não podia deixar de ser, o marketing digital está em força nos festivais de música, potenciando a sua procura e atratividade. Até porque se trata de uma ferramenta de promoção acessível e de enorme eficácia. Uma partilha nas redes sociais é gratuita e pode chegar a muita gente.

Obviamente, os festivais de música já existiam muito antes do marketing digital e, sem o seu apoio, fenómenos globais como Woodstock ou o Rock In Rio – entre outros – cativaram multidões e conquistaram uma aura mítica na memória coletiva.

Mas hoje ninguém prescinde do marketing digital para promover festivais através de fotos, vídeos ou posts nas redes sociais, uma receita de efeitos comprovados. Outra estratégia passa pelo lançamento de concursos e passatempos, com prémios, como os disputados bilhetes de entrada ou o merchandising associado ao próprio festival e aos patrocinadores. A partilha destas iniciativas, destes posts, equivale a promoção gratuita.

Aqui na 10.digital desenvolvemos trabalho com provas dadas em eventos como a Expofacic, com quem trabalhamos nas últimas três edições, numa dimensão completa ao nível do marketing digital. Na edição deste ano, criámos inclusive toda uma nova imagem do evento. Em suma, uma estratégia 360º de marketing digital.

Também desenvolvemos passatempos em que ativamos marcas nossas clientes, em festivais tão importantes como o Rock in Rio Lisboa ou o NOS Alive. Neste último, o nosso cliente Licor Beirão ofereceu 100 entradas através de um passatempo criado e gerido por nós. E inovámos nos três dias do Alive. Recorrendo às redes sociais, interagimos com os festivaleiros, oferecendo-lhes bebidas e garantido que os bilhetes que ficaram por levantar à última hora deliciaram outros felizes contemplados.

Outra forma eficaz de promover estes mega eventos passa por colocar as estrelas que integram o cartaz a falarem do festival nos seus meios digitais que, nalguns casos, podem atingir milhões de fãs.

O mesmo é válido para os patrocinadores, que dispõem de máquinas de marketing digital poderosas. É público o interesse de relevantes empresas nos festivais realizados em Portugal, nomeadamente da área das telecomunicações e bebidas, devido à visibilidade e notoriedade que ali podem alcançar. De tal forma que por vezes até inserem o seu nome na designação oficial do evento.

Há também um lado prático das redes sociais. Permitem, por exemplo, anunciar rapidamente e com eficácia um cancelamento de concerto, uma alteração de palco ou de horário.

O pós-festival também é importante para completar as ações de marketing digital, com fotos, vídeos ou entrevistas. Quem não tem curiosidade em verificar se aparece ou não nas imagens? Estas ações são imprescindíveis para manter a ligação do festivaleiro ao seu festival e para o estimular a vir e trazer mais amigos à edição do ano que vem. Muitos vêem o vídeo do evento e pensam: “É pá, o que eu perdi! Para o ano não falho!”

Com tudo isto já ficou convencido do importante que é ter a 10.digital a colaborar na realização do seu evento?

 

10.digital compra a marca Positivimpact (e um rápido resumo de 2017)

10_Digital_Compra_Positivimpact

É raro escrever publicações em nome da empresa, mas o que hoje anunciamos merece uma excepção: a 10.digital comprou a marca Positivimpact, uma das suas principais concorrentes.

O negócio ficou fechado no final do ano passado mas, em janeiro, o foco foi o de garantir a melhor transição dos clientes. Isso adiou a comunicação da compra e, consequentemente, o balanço (público) do ano. Mas como mais vale tarde que nunca, aqui vai!

Em 2017, ano zero de lançamento da marca 10.digital, criámos uma equipa forte, competente e da qual é um orgulho fazer parte. Foi esta equipa que nos levou para outro patamar:

  • Neste ano, trabalhámos com 35 novos clientes que nos deram o privilégio de sermos a extensão do seu departamento de marketing digital;
  • Continuámos o trabalho, feito desde 2014, de evolução da estratégia digital do Licor Beirão (https://www.10.digital/pt/work/marketing-digital-licor-beirao/) lançando o Clube Beirão e tendo 30 mil participantes num dos passatempos, em apenas uma semana;
  • Desafiámo-nos a comunicar os valores da marca Licor Beirão de forma ainda mais irreverente, conseguindo acrescentar o humor em tempo real a todas as publicações das quais já éramos responsáveis, conseguindo resultados notáveis (https://www.10.digital/pt/work/humor-em-tempo-real/) – num projeto que nos valeu uma distinção nos Prémios Comunicação na competitiva categoria de Gestão de Redes Sociais;
  • Lançámos a nossa primeira campanha da 10.digital, aproveitando o humor em torno das promessas megalómanas feitas em período de eleições. Neste projeto, que começou nos outdoors e culminou no site istopromete.com, fizemos as únicas promessas que não vamos cumprir. Isto chamou a atenção da Briefing, que nos brindou com este artigo que reproduzimos no nosso blog: http://blog.10.digital/a-arte-de-atacar-oportunidades-a-10-digital-na-briefing/;
  • Culminámos o ano com a aquisição da marca de um dos nossos principais concorrentes, numa compra que garante o aumento da sua expertise na área de Performance Marketing;
  • E, tudo isto, com uma equipa sem comerciais (quem fala com o cliente são as pessoas que implementarão as estratégias e campanhas de marketing digital) e baseada numa forte estratégia de marketing digital. Afinal de contas, o nosso próprio crescimento é a maior prova de que acreditamos no que fazemos e que isso dá retorno.

Começamos 2018 com uma equipa maior, maiores conhecimentos e ambições renovadas. Com a aquisição de uma nova marca. Com o objetivo de manter o ritmo de crescimento que temos tido até agora, com novos e entusiasmantes projetos a surgirem continuamente.

Com o orgulho de sentir que a equipa está mais forte, mais capaz e que isso nos ajudará a manter a exigência máxima no nosso trabalho e a garantir o prémio que mais desejamos: a confiança e satisfação dos nossos clientes.

Mas porque as marcas são também – e principalmente – de quem as cria e dá tudo por elas, era inevitável deixar uma palavra a todos os que ajudaram a criar a Positivimpact. Parabéns por todo o trabalho.

Do nosso lado, garantimos uma coisa: vamos continuar o bom trabalho que têm vindo a fazer, sempre conscientes da pesada herança que nos deixam. Esperamos que acompanhem a 10.digital com o sentimento de que esta marca também é vossa.

 

A ARTE DE ATACAR OPORTUNIDADES – A 10.digital na BRIEFING

É, a partir deste ano, uma categoria nos Prémios à Eficácia da Comunicação e se merece ser premiada é porque anda a dar nas vistas. Mas afinal, o que é isso de comunicação tática? Quem o faz, como o faz, porque o faz? Não é uma nova forma de comunicar, não é algo absolutamente novo, mas é uma estratégia que tem ganho mais espaço – ou visibilidade – nos últimos anos, sobretudo com a chegada de cada vez mais marcas às redes sociais, ao mundo digital, onde tudo se comunica com maior facilidade e rapidez e onde quase tudo é permitido (pelo menos aos mais irreverentes!).

 

Estar atento e reagir. No momento exato, com o tom certo, nas plataformas adequadas. É isso que caracteriza a comunicação tática, que não é mais do que o aproveitamento de uma determinada circunstância ou oportunidade alheia à marca, mas que serve os seus propósitos ou complementa a sua estratégia de comunicação.

Se tudo correr bem, se a ação for bem aceite, mesmo que não ganhem mais clientes, as  marcas ganham, pelo menos, buzz. E todas gostam de estar nas bocas do mundo [por bons motivos], ou de serem lembradas por terem chamado à atenção a certa altura! Mas há riscos: se não agirem no timing exato, a associação ao “acontecimento” não será direta e a ação pode não ser entendida, acabando por revelar-se um grande fiasco. O mesmo acontece se a associação não for direta e a linguagem adequada. Por outro lado, aproveitar a oportunidade pode ser visto pelo público como um ato oportunista, sobretudo quando envolve outras marcas, concorrentes ou não, e a ação acaba por ter o efeito contrário ao desejado. É, por isso, necessário algum tato na hora de pensar e arriscar nestas estratégias.

A Licor Beirão não tem medo de arriscar, mesmo quando a sua ação toca outras marcas ou grandes personalidades. Assume uma “postura à Carranca Redondo: ousado, provocador, fora da caixa e desafiador de mentalidades”, diz Daniel Redondo, diretor-geral, referindo-se ao avô e fundador da marca, José Carranca Redondo. “A chamada comunicação tática – e a que nós preferimos chamar de ‘aproveitar oportunidades’ – é uma mecânica comunicativa presente no ADN do Licor Beirão desde sempre”, salienta, acrescentando que essa comunicação não começou como uma estratégia delineada, mas sim como reflexo da personalidade do seu fundador.

Exemplo desse arrojo foi o aproveitamento de uma publicidade numa carrinha da Super Bock na zona das Beiras, que dizia que “Ser Beirão é Super”. A Licor Beirão colocou uma imagem da carrinha no seu Facebook agradecendo o elogio e como resultado teve mais de 26 mil reações, 400 comentários e cerca de 1.400 partilhas, tendo alcançado 800 mil pessoas. Mas não só: ganhou buzz e novos seguidores, que se identificam com o seu estilo descontraído, e, sobretudo, reforçou a tradição e os valores associados à marca  irreverência e boa disposição –, aspeto que Pedro Girão, CEO & Digital Marketing Strategist da 10.digital, considera de importância suprema: “Vamos só conseguir que falem de nós ou vamos acrescentar valor à marca? Se só for para falarem de nós, normalmente nem chegamos a propor nada ao cliente”, afirma o diretor da agência que trata da estratégia digital da Licor Beirão, para quem a comunicação tática só faz sentido se permitir reforçar o posicionalmente da marca.

Pedro Girão conta que tudo surgiu por coincidência: num mesmo dia, dois colegas viram a carrinha e partilharam a imagem com o resto da equipa, por brincadeira, mas todos acharam piada e perceberam que era “a oportunidade perfeita para meter o Licor Beirão a falar com outra marca”: “Há muito que tínhamos o objetivo de fazer a primeira interação com impacto entre grandes marcas online em Portugal”, refere, adiantando que a equipa tinha esperança que a Super Bock percebesse que todos iriam ganhar com a campanha. “Felizmente, respondeu e gerou-se uma interação engraçada que os fãs adoraram”, nota Pedro Girão, satisfeito por a Super Bock ter “entrado no jogo” e, em resposta, ter convidado publicamente o Beirão a estar presente na sua festa de 90 anos. O responsável da agência digital acredita que “brincar” com outras marcas é possível, desde que haja respeito e que as empresas encarem isso “não como uma guerra, mas como uma relação social”, e que o resultado pode ser benéfico para ambas as partes. É essa também a opinião de Daniel Redondo, que não tem dúvidas de que esta foi “uma situação win-win”.

Como esta, outras ações táticas têm marcado a comunicação da marca: pediu desculpa a Harry Kane garantindo que nada tinha a ver com um pontapé de Bruno Alves ao jogador inglês, num Portugal-Inglaterra, apesar de, no momento da agressão, estar a passar publicidade do licor; enviou uma garrafa de Beirão ao Papa Francisco para que ele repusesse o stock, depois de uma visita de Donald Trump; e também aproveitou a popularidade de Paulo Futre, do busto de Ronaldo e de figuras como Angela Merkel e Sarkozy para “dar o ar de sua graça”; estas últimas iniciativas também presentes em mupis, mostrando como este tipo de comunicação pode viver para lá do digital, como complemento, quer das ações, quer das plataformas.

E tal como o Licor Beirão, são já inúmeras as marcas que escolhem ir por este caminho. “As marcas gostam do tipo de comunicação e, muitas vezes, quando reúnem connosco pedem-nos para fazermos com as suas marcas o que fazemos com o Licor Beirão”, comenta o CEO da 10.digital, que deixa um aviso: para que funcione, é essencial que a marca tenha uma estratégia bem definida e bases sólidas. Todavia, o especialista defende que este tipo de comunicação pode servir qualquer marca/empresa.

“Muitas pessoas dizem que este tipo de comunicação só faz sentido para produtos de grande consumo, mas eu discordo. Há áreas que são nichos muito específicos, mas até eles podem ser ativados com comunicação tática”, refere, reforçando que “mais do que a área em que se atua, é importante a estratégia”. E dá o exemplo da sua agência, a 10.digital, que é uma marca B2B e que aproveitou as eleições para também ela se lançar em campanha na zona de Coimbra, onde ficou amplamente conhecida e conseguiu novos clientes: “Ao fim de dois dias, o investimento estava pago (e com retorno)”, garante Pedro Girão.

Estratégia semelhante usou a RE/MAX, recentemente, quando Madonna se queixou no seu Instagram que não estava a conseguir arranjar casa em Portugal. A mediadora imobiliária reagiu no Facebook, dizendo que era mais fácil falar com a RE/MAX e convidando a cantora norte-americana para uma conversa. A publicação já leva cerca de 500 reações, foi partilhada 590 vezes e teve, pelo menos, 26 comentários. O ‘post’ foi desenvolvido pela FCB Lisboa, com direção de arte de Eduardo Tavares e direção criativa de Edson Athayde, que avança como tudo se passou: “Houve uma grande coincidência. Estávamos a trabalhar justamente um briefing para a RE/MAX Collection quando surgiu a notícia sobre o comentário da Madonna. Vi na TV, no telejornal das 7h00 da manhã. Às 8h30 já tinha a maquete feita, às 9h00 já o ‘post’ estava publicado pelo cliente”.

“Os anúncios de oportunidade são exatamente isso: um encontro do destino com a comunicação. Podem fazer sentido para qualquer marca, desde que com pertinência e timing”, refere Edson Athayde, CEO e diretor criativo da agência, alertando que “é preciso que nunca se confunda algo oportuno com algo oportunista”.

Graças a uma “intensa partilha” pela rede de colaboradores da RE/MAX, “o ‘post’ viralizou” de forma incrível e rápida, trazendo “visibilidade positiva e a um custo muito baixo”. E, no final das contas, é isso que todos querem: “Todas as marcas gostam de estar no ‘top of mind’ do consumidor. Gostam de participar na conversa da sociedade. Buzz positivo é sempre bem-vindo. Ainda mais quando, com poucos recursos, consegue a atenção das pessoas”.

Recentemente, Edson Athayde foi também o responsável por uma ação tática para o Correio da Manhã (CM), que teve por base um comentário de José Sócrates. Em entrevista à RTP, o antigo primeiro-ministro foi questionado sobre os seus rendimentos e, indignado, perguntou ao jornalista se aquilo era “uma pergunta do Correio da Manhã”. Sem demoras, a FCB Lisboa sugeriu à Cofina uma ação onde mostrava como são, afinal, as perguntas típicas do Correio da Manhã. Contou com direção de arte de Diego Tórgo e copy de Victor Afonso. 

O anúncio saiu nos jornais da Cofina e serviu para lembrar o posicionamento do jornal, que “tem no seu ADN a frontalidade, o perseguir a verdade doa a quem doer”. “É um orgulho para a marca e para todas as equipas que trabalham no Correio da Manhã termos esta identidade de coragem e desassombro perante os poderes instalados, pelo que haver uma pergunta ‘à Correio da Manha’ só reforça que fazemos bem o nosso trabalho e isto tem que ser comunicado”, nota a diretora-geral de Marketing da Cofina Media, Isabel Rodrigues, justificando a ação. De acordo com a responsável de Marketing, a Cofina “usa a comunicação tática e o marketing de guerrilha há anos”, fazendo já parte do seu ADN. Isabel Rodrigues recorda casos como “o anúncio do microfone lançado ao lago por Ronaldo, a capa falsa da Censura, o anúncio do Record com os suecos” e defende que este tipo de comunicação é sempre válido desde que feito “com inteligência e verdade, o mais possível”. O que não é válido é “a deturpação e manipulação de dados, por exemplo de mercado, para comunicar”. 

Para a marketeer, “este tipo de comunicação trabalha essencialmente ao nível do posicionamento do produto e da perceção que o consumidor tem da marca. O CM é um produto com uma enorme coragem e capacidade de resiliência, mas também com uma componente de entretenimento e estas mensagens publicitárias estão 100% alinhadas com o produto que entregamos aos nossos leitores e espectadores”. Talvez por isso, a aceitação por parte do público tenha sido “muito boa” e, apesar da ação da “pergunta à CM” ter sido nos meios físicos, teve também reflexo online: “O post sobre a ação na página de Facebook da agência recebeu mais de mil likes”, nota Edson Athayde, que salienta as facilidades que traz o digital, permitindo agilidade e uma grande intrusão com os temas em foco na sociedade.

Também Joao Stilwell Zilhão, tournament director/partner do ATP Millennium Estoril Open, está convicto de que, “embora tendo grande repercussão nos media tradicionais, [a comunicação tática] ganha um poder muito maior com a amplificação através das redes socias e em especial no Facebook e Twitter”. Foi assim com a campanha #AndyComeToEstoril, que tentou convencer o na altura n.º1 do ténis mundial – Andy Murray – a vir jogar no Millennium Estoril Open.

A ideia foi apresentada por Filipa Caldeira, CEO da Fullsix, mas aceite com algum receio: “Na altura, fiquei muito receoso já que estava em plenas negociações (secretas) com o agente do Andy Murray e não queria que isto prejudicasse o desenrolar das mesmas. Inclusive tive de lhe explicar que esta campanha tinha sido uma criação da nossa brilhante agência e que não tivemos como dizer que não”, confessa João Stilwell Zilhão, que admite ter sido um passo arriscado, já que o tenista e o seu agente poderiam pensar que a campanha tinha sido pedida “para tornar as negociações mais ‘fáceis’”. 

Mas não se arrepende de ter arriscado. A campanha “trouxe um awareness e um destaque na imprensa nacional e internacional que excedeu todas as expectativas”, a aceitação foi “absolutamente extraordinária não só por parte do público mas também por parte dos media, do mundo do ténis, de outros diretores do ATP…e do próprio Andy Murray e do seu agente, que gostaram muito”, afirma o responsável, que identifica repercussões também na bilheteira: “A genialidade do vídeo acabou por trazer muito mais do que apenas buzz. A comunicação espontânea gerada por este conteúdo em todos os meios gerou um interesse adicional dos adeptos de ténis em Portugal, que se converteu em negócio (bilhetes)”. E para esse sucesso, as redes sociais foram imprescindíveis, “tiveram um papel essencial de divulgação orgânica do conteúdo (vídeo), que rapidamente passou do Facebook para a televisão e outros meios tradicionais”, diz. O responsável conta que, quando escolheram trabalhar com a Fullsix, já sabiam que iriam sempre ter “campanhas audazes, out of the box e com uma criatividade extrema, sempre a visar a eficácia da comunicação e o sucesso do evento”, pelo que é normal que se voltem a ver algumas “manobras arriscadas” por parte do Estoril Open.

Quem também marca pontos neste campeonato é o Sporting Clube de Portugal (SCP). E o departamento de Marketing do clube acredita que só assim faz sentido. Por lá, considera-se que “pelo facto de, hoje em dia, o acesso à informação ser muito mais rápido, o cliente/consumidor exige conteúdos diários e atuais das marcas com as quais têm uma ligação forte” e que “para as marcas se adaptarem a esta realidade é necessário ter capacidade criativa e de reação para conseguir comunicar de forma tática”. Além disso, “o facto de o SCP ser uma ‘emotional brand’ faz também com que o consumidor/adepto procure, constantemente, conteúdos que tenham buzz no momento, tendo toda a estratégia digital do SCP que se adaptar a esta realidade”. O departamento de Marketing do clube reconhece que, sobretudo no desporto, em que tem de se lidar com o fervor de adeptos, há riscos associados, mas garante que vale a pena o risco, dado o grande retorno: “Comunicar no momento tem sempre riscos, não só por termos pouco tempo para agir e reagir, como pelo facto de certos temas/situações serem sensíveis, que poderão ser interpretados de diferentes formas pelos adeptos. Mas sabemos que este tipo de comunicação, por ser a mais falada, cria maior reach para a marca. E quanto maior o risco maior o retorno, neste caso, maior o engagement”. “O buzz é um dos objetivos deste tipo de estratégia. Traz notoriedade e posiciona a marca na mente dos adeptos. Mas reagir aos constantes ‘temas’ do momento tem que ser muito bem ponderado, mesmo que exista um curto espaço de tempo para o fazer. Tanto pode criar sentimentos positivos na mente dos adeptos, como pode facilmente destruir toda uma imagem já criada pela marca. Do nosso lado, queremos ter a certeza que o buzz criado seja positivo e inteligente”, salienta fonte do departamento, que vê na comunicação tática uma forma das marcas se distinguirem, se manterem ativas e atuais. “Brincar” com os adversários pode não ser bem aceite, sobretudo no mundo do desporto – e principalmente no do futebol –, “já que a rivalidade é muito grande”, mas pode funcionar, dependendo “do contexto, da situação e do que se pretende comunicar”. Apesar de já o ter feito diversas vezes, o Sporting aposta mais em “brincar” consigo próprio. Foi assim em setembro: durante o jogo com o Tondela, apesar de estar a ganhar por 2-0, o treinador Jorge Jesus exaltou-se com o jogador Fábio Coentrão, provavelmente por este não estar a seguir à risca as suas indicações. O episódio, que já estava a gerar algum burburinho sobre um possível desentendimento entre ambos, foi aproveitado pelo SCP para promover a sua Gamebox. O clube fez um vídeo onde explica “o que disse o mister ao Fábio”: que os jogos da Taça CTT também estão incluídos na Gamebox.

O departamento responsável pela ação partilha como tudo decorreu: “Num meio tão emocional como é o desporto, muitos são os momentos que se podem alavancar, mas nem todos os timings são os melhores para isso, até porque este tipo de estratégia vive muito da disponibilidade e da criatividade do momento. Este vídeo do Fábio Coentrão e do Jorge Jesus veio nesse sentido, bom good will e bom momento para comunicar aliado à necessidade de fazer push à campanha da Gamebox”. O vídeo foi visto por mais de 139 mil pessoas, teve quatro mil reações e superou os 200 comentários. Foi “muito bem recebido pelos adeptos” e, além de um imenso buzz, acabou mesmo por gerar um novo conteúdo, uma nova rubrica que o clube está a desenvolver nas suas redes sociais – “As dicas do Mister”. Fábio Coentrão já protagonizou outras ações táticas do SCP. Sempre pronta para responder aos desafios do momento, a equipa de Marketing do clube aproveitou também a chegada do jogador a Alvalade para alavancar e promover a sua campanha “Feito de Sporting”, que marca a temporada 2017/2018. Depois de ter dito que, se voltasse a Portugal, só jogaria no SL Benfica, Coentrão assinou pelo Sporting e, num vídeo, anunciou que sempre foi “Feito de Sporting”. O vídeo teve mais de 290 mil visualizações, recolheu mais de 11 mil reações e quase dois mil comentários. Foi – dizem – uma das ações do SCP que mais se destacou e que mais buzz gerou.

 

A arte de atacar oportunidades, BRIEFING, ANO VII nº99.

Candidaturas Abertas – “Vale Indústria 4.0”

Já estão abertas as candidaturas aos Vales Indústria 4.0 e a 10.digital é umas das entidades acreditadas para prestar serviços neste âmbito.

Se representa uma PME e pretende promover a digitalização da sua empresa é este o momento certo para o fazer.

Desde dia 9 de agosto e até 29 de setembro próximo, as PME interessadas poderão submeter a sua candidatura ao primeiro concurso do programa “Vale Indústria 4.0”.

Vão ser distribuídos 4,2 milhões de euros em vales (com valor máximo de 7.500€), para projetos com foco na digitalização.

O apoio neste âmbito é de 75% (Incentivo Não Reembolsável -INR) com limite de €7.500. Todas as PME de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica são abrangidas por esta medida desde cumpram os seguintes critérios.

Critérios de elegibilidade dos beneficiários

  • Não ter projetos aprovados na mesma prioridade de investimento;
  • No caso do Vale Inovação/Indústria 4.0, não ter projetos aprovados na prioridade de investimento Qualificação PME;
  • Ter, pelo menos, 3 postos de trabalho.

Objetivos
Os Vales Indústria 4.0 têm como principais objetivos:
– Promover o investimento de micro empresas e PME em projetos no âmbito do desenvolvimento de comércio eletrónico e marketing digital;
– Qualificação de PME: para criar condições de implementação de medidas de adesão à indústria 4.0, designadamente no âmbito da gestão e do marketing digital e do comércio eletrónico;
– Inovação produtiva: para implementação de soluções produtivas inovadoras utilizando processos digitais de controle digital;
– Promoção e criação de incentivos para o desenvolvimento de tecnologias e modelos i4.0 de aplicabilidade transversal e duradoura, com impacto crítico na competitividade do tecido empresarial português.
Despesas Elegíveis
São suscetíveis de apoio os serviços de consultoria com vista à identificação de uma estratégia conducente à adoção de tecnologias e processos associados à indústria 4.0, no seguinte âmbito:

Implementação de processos associados ao comércio eletrónico, nomeadamente:

  • Desenho e implementação de estratégias aplicadas a canais digitais para a gestão de mercados, canais, produtos ou segmentos de cliente;
  • User-Centered Design (UX): desenho, implementação e otimização de estratégias digitais centradas na experiência do cliente que maximizem a respetiva atração, interação e conversão;
    Inscrição e otimização da presença em marketplaces eletrónicos;
  • Social Media Marketing: Desenho, implementação e otimização da presença e interação com clientes via redes sociais;
  • Content Marketing: criação e distribuição de conteúdos digitais (texto curto, texto longo, imagens, animações ou vídeos) dirigidos a captar a atenção e atrair os clientes-alvo para as ofertas comercializadas pela empresa;
  • Display Advertising: colocação de anúncios à oferta da empresa em sítios de terceiros, incluindo páginas de resultados de motor de busca;
  • Mobile Marketing: tradução das estratégias inscritas nos pontos anteriores para visualização e interação de clientes em dispositivos móveis, nomeadamente smartphones e tablets;
  • Web Analytics: recolha, tratamento, análise e visualização de grandes volumes de dados gerados a partir da navegação e interação de clientes em ambiente digital por forma a identificar padrões, correlações e conhecimento relevante que robusteçam os processos de gestão e tomadas de decisão.

Quer saber como pode candidatar a sua empresa? Estamos cá para ajudar! Peça agora mais informações.

10.digital – Estágio de Verão // Candidaturas Encerradas

Achas que as férias estão sobrevalorizadas? Nós não… Por isso queremos garantir que, se decides fazer um Estágio de Verão, o terminas com a sensação de que foi uma experiência brutal!

Na 10.digital, para além de respeitarmos as tuas férias, somos apaixonados pelo que fazemos. E acreditamos muito na aprendizagem com pessoas de outras áreas e através da tentativa-erro. Por isso, o que pensámos?

Criar um estágio de verão criando uma equipa de estagiários com:

  • Uma pessoa que goste de ler e de escrever (e que tenha talento, claro!);
  • Uma pessoa com competências mais analíticas, que goste de analisar números para tomar decisões;
  • Uma pessoa com um background mais tecnológico, que consiga desenvolver sites e passar as ideias à prática;
  • Uma pessoa com paixão e conhecimentos de Design;
  • Uma pessoa que domine a criação e edição de conteúdos multimédia.

Durante 6 semanas colocaremos desafios a estas 5 pessoas que lhes permitam aprender sobre as várias áreas do digital. Será um trabalho criativo, com apresentações e feedbacks regulares e em que poderão conviver com a equipa que, entre outros, é responsável pelo marketing digital do Licor Beirão, da Roca Portugal, da Bushmills ou da Expofacic.

O plano é o seguinte:

  1. Começarás por aprender mais sobre a 10.digital, a sua equipa e as pessoas com quem irás trabalhar durante este mês e meio;
  2. Irás fazer todo um trabalho de análise de um dos nossos clientes, do seu mercado e sugerindo melhorias e planos de ação para implementação das mesmas;
  3. Poderás criar conteúdos e campanhas para alguns dos nossos clientes, já pré-selecionados, que poderão ser por eles utilizados no futuro – será teu o próximo grande sucesso do Licor Beirão? 🙂
  4. Na semana seguinte, vais aprender como é possível vender tudo online, desde que concebamos a estratégia certa: de serviços de marketing digital a garrafas de bebidas alcoólicas, passando por materiais para casas de banho ou vidros minimalistas. Tudo depende da estratégia certa!
  5. Finalmente, colocarás em prática o que aprendeste participando na concepção da próxima campanha da 10.digital.

No final do estágio podes ter percebido que não gostas da área. Mas terás, certamente, aprendido – e bebido uns copos e ficado a conhecer uma equipa apaixonada pelo digital.

Quem procuramos? Pessoas de qualquer background, que sintam que esta é uma boa aposta para o seu Verão e que venham com vontade de aprender e inovar.

Contamos contigo? 🙂

10.digital obtém acreditação para Prestação de Serviços de Inovação no âmbito do “Vale Indústria 4.0”

As candidaturas aos Vales Indústria 4.0 estão quase a abrir e com eles a sua empresa pode vir a beneficiar de apoios para a definição de uma estratégia tecnológica com vista à melhoria da competitividade. A 10.digital é uma das empresas acreditadas para prestar serviços no âmbito dos vales encontrando-se, desde já, disponível para todos os esclarecimentos necessários.

O apoio neste âmbito é de 75% (Incentivo Não Reembolsável -INR) com limite de €7.500. Todas as PME de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica são abrangidas por esta medida desde cumpram os seguintes critérios.

Critérios de elegibilidade dos beneficiários

  • Não ter projetos aprovados na mesma prioridade de investimento;
  • No caso do Vale Inovação/Indústria 4.0, não ter projetos aprovados na prioridade de investimento Qualificação PME.

Objetivos
Os Vales Indústria 4.0 têm como principais objetivos:
– Promover o investimento de micro empresas e PME em projetos no âmbito do desenvolvimento de comércio eletrónico e marketing digital;
– Qualificação de PME: para criar condições de implementação de medidas de adesão à indústria 4.0, designadamente no âmbito da gestão e do marketing digital e do comércio eletrónico;
– Inovação produtiva: para implementação de soluções produtivas inovadoras utilizando processos digitais de controle digital;
– Promoção e criação de incentivos para o desenvolvimento de tecnologias e modelos i4.0 de aplicabilidade transversal e duradoura, com impacto crítico na competitividade do tecido empresarial português.

 
Despesas Elegíveis
São suscetíveis de apoio os serviços de consultoria com vista à identificação de uma estratégia conducente à adoção de tecnologias e processos associados à indústria 4.0, no seguinte âmbito:

Implementação de processos associados ao comércio eletrónico, nomeadamente:

  • Desenho e implementação de estratégias aplicadas a canais digitais para a gestão de mercados, canais, produtos ou segmentos de cliente;
  • User-Centered Design (UX): desenho, implementação e otimização de estratégias digitais centradas na experiência do cliente que maximizem a respetiva atração, interação e conversão;
    Inscrição e otimização da presença em marketplaces eletrónicos;
  • Social Media Marketing: Desenho, implementação e otimização da presença e interação com clientes via redes sociais;
  • Content Marketing: criação e distribuição de conteúdos digitais (texto curto, texto longo, imagens, animações ou vídeos) dirigidos a captar a atenção e atrair os clientes-alvo para as ofertas comercializadas pela empresa;
  • Display Advertising: colocação de anúncios à oferta da empresa em sítios de terceiros, incluindo páginas de resultados de motor de busca;
  • Mobile Marketing: tradução das estratégias inscritas nos pontos anteriores para visualização e interação de clientes em dispositivos móveis, nomeadamente smartphones e tablets;
  • Web Analytics: recolha, tratamento, análise e visualização de grandes volumes de dados gerados a partir da navegação e interação de clientes em ambiente digital por forma a identificar padrões, correlações e conhecimento relevante que robusteçam os processos de gestão e tomadas de decisão.

Ainda ficou com dúvidas? Estamos cá para ajudar! Peça agora mais informações.

Publicidade na rede de Display Google – Exemplos de Publicidade Online

Há dias falámos um pouco sobre os anúncios do Google mais conhecidos: os da rede de pesquisa Google. Mas será que também conhece os outros tipos de publicidade online que a Google nos oferece?

Este post serve para lhe apresentar um desses tipos de publicidade: a publicidade na rede de Display da Google!

Comecemos pelo princípio: o que é a rede de Display do Google?

É uma coleção de mais de um milhão de websites, aplicações, vídeos, blogs e outros locais online, onde pode apresentar os seus anúncios. Esta rede permite-lhe apresentar anúncios a cerca de 80% da população mundial! Interessante, não?

Passando à dúvida seguinte: que tipo de anúncios podem ser mostrados na rede de Display?

Como o próprio nome indica, a publicidade Display é publicidade gráfica: essencialmente imagens, estáticas ou dinâmicas e vídeo.

Recapitulando: a rede de Pesquisa apresenta o nosso anúncio de texto quando alguém pesquisa por um termo relacionado com o nosso negócio; a rede de Display apresenta os nossos anúncios de imagem em sites por todo o mundo. E é neste momento que pergunta, e com razão, “mas o que é que eu ganho em apresentar anúncios de imagem em sites pelo mundo fora?”

É que esquecemo-nos de lhe explicar que pode escolher onde, quando e a quem mostrar estes anúncios!

Por exemplo: uma marca que venda artigos desportivos pode ter interesse em apresentar os seus anúncios no site d’A Bola; o Google permite-o sem que nunca tenha de negociar diretamente com A Bola. Ou pode, simplesmente, decidir que quer mostrar o seu anúncio a todas as pessoas, em Portugal, que tenham entre 15 e 30 anos e que tenham interesse em futebol. Interessante, não?

Pode fazer muito mais coisas do que estas: desde apresentar o seu anúncio a pessoas que tenham visitado sites dos seus concorrentes ou de produtos similares, a apresentá-los aos consumidores que visitaram o seu site e que tenham feito algo que indiquem poder vir a ser clientes… Como?

Isso é o que poderá descobrir se trabalhar connosco! Já lhe dissemos que somos uma agência certificada pela Google, certo? Não é por acaso!

Contacte-nos e descubra que outros tipos de publicidade e de segmentação podemos fazer para que os seus anúncios gerem novo negócio para a sua empresa!