Fevereiro 25, 2020 Pedro Agostinho

O impacto de Analytics na User Experience

Analisar a jornada de consumo do consumidor pode ser visto como um processo penoso. Só de pensar nisso a nossa imaginação transporta-nos para uma daquelas salas fechadas, sem janelas e com espelhos unidirecionais (como vemos nos filmes), onde estão dez pessoas sentadas, sem vontade, enquanto um narrador tenta que se comportem como “habitual” – apesar de ser tudo menos isso.

Não fechamos nenhum consumidor numa sala e lhe pedimos para comprar “como se estivesse em casa”. No entanto, usamos ferramentas que funcionam como a “sala fechada” e que permitem que analisemos por que uma compra é feita, ou não. Uma destas é o Google Analytics.

É através do Google Analytics que conseguimos recolher toda a informação sobre o percurso do consumidor! Quanto tempo ficou numa página, quantas vezes fez scroll até fechar o site, por onde andou até efetivar uma compra – se é que a efetivou. Nesta “sala fechada sem janelas e com espelhos unidirecionais” conseguimos perceber o sucesso ou o insucesso do nosso website ou loja online. O que fazemos com isso é a “magia”.

Esta “magia” é um processo que se reflete na estreita ligação intradepartamental que mantemos dentro da 10.digital, uma vez que os resultados de um lado influenciam as decisões e as alterações do outro. Desde o aumento nas dimensões de um botão, ou a colocação de um call-to-action noutro ponto da página, só podem ser realizados os melhoramentos necessários para que as desistências se transformem em compras ou em ações reais. 

Criar um website e não saber como se comportam os seus visitantes é desperdiçar  todo o potencial de otimização para os objetivos em vista. Por sua vez, ao usar Google Analytics libertamos o visitante à mercê das suas vontades e deixamos “a sala” por uns minutos, porque, quando voltarmos, saberemos porque é que o consumidor ainda lá está sentado.

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